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segunda-feira, 7 de abril de 2014

ARTES PELA GAIA Esculturas Anamórfico

Esculturas Anamórfico

Artista baseado em Londres Jonty Hurwitz cria 'Anamórfico Esculturas ", que só se revelam uma vez diante de um cilindro reflexivo. Hurwitz tomou um diploma de engenharia em Joanesburgo onde descobriu a linha tênue entre arte e ciência.   Ele viveu na Inglaterra por muitos anos, trabalhando na indústria online embora tranquilamente levitado no mundo do inspirado por uma necessidade de fazer "algo real" art. Hurwitz descobriu que podia usar a ciência como um pincel artístico. Cada uma de suas esculturas é um estudo sobre a física de como percebemos o espaço e é o curso de mais de 1 bilhão de cálculos e algoritmos.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Mercado imobiliário deve crescer, em média, 20% esse ano


CIDADE - 29/03/2014 14h26

Mercado imobiliário deve crescer, em média, 20% esse ano
Projeção de aumento é menor que em 2013, mas especialistas são otimistas

Mercado imobiliário deve crescer, em média, 20% esse ano
Foto: Claudinho Coradini/JP
Depois de registrar crescimento superior a 30% na comercialização de imóveis em 2013, Piracicaba se prepara para mais um ano positivo.

A expectativa é que o mercado imobiliário, esse ano, atinja crescimento médio de 20%.

Apesar de menor em comparação a 2013, esse número representa projeções positivas em relação ao desenvolvimento imobiliário na cidade e, segundo profissionais da área, o crescimento populacional e social, somado à chegada de novos moradores, são apenas alguns dos motivos que prometem manter o setor aquecido.

De acordo com Angelo Frias Neto, diretor regional do Secovi (Sindicato Patronal da Habitação), o crescimento populacional de Piracicaba de 2012 para 2013 — de 2,3% — é maior que o registrado em todo o país, que aumentou 0,90% no mesmo período.

“Este é um fator positivo para o mercado imobiliário, pois aumenta a demanda por imóveis na cidade. O fato de a estimativa apontar crescimento nas vendas menor que o ano passado também é algo positivo, já que mantém a estabilidade do desenvolvimento municipal. De nada adianta crescer demasiadamente se não há controle da situação e nem recursos para atender essa demanda por habitação.”

Segundo Frias Neto, outro dado relevante é que a cidade registrou, no ano passado, 2.683 casamentos formais.

Somados aos informais e às necessidades por precariedade e coabitação, a demanda por residências em Piracicaba chegou a 4.200 ao ano, fatos que também contribuem para o crescimento.

“Apesar da percepção generalizada de que a economia nacional está ruim, os fundamentos que cercam o mercado imobiliário continuam firmes e fortes. Pessoas na faixa dos 20 a 35 anos se transformando em proprietários de imóveis, o aumento dos casamentos, o alto índice de emprego e renda, e a ascensão social, são aspectos que geram novas demandas”, explicou.

Para o consultor e diretor da ATO Imobiliária André Luis de Souza Junior, o setor imobiliário é um dos segmentos econômicos de maior importância para o município, que também é considerado um dos principais pólos industriais e sucroalcooleiros do Estado e, nos últimos anos, apontou reflexo positivo em diversas áreas com a instalação de novas empresas.

“O aumento populacional e social, a vinda de trabalhadores e de estudantes de outras cidades, a queda da taxa de desemprego e a elevação de renda — 52% da população piracicabana é da classe média — , em muito contribuem para o desenvolvimento do setor”, afirmou.

Dessa mesma concepção compartilha Gustavo Junqueira, sócio-proprietário da Imobiliária Junqueira. Conforme ele, a chegada de grandes empresas e instituições tem contribuído com o perfil imobiliário da cidade. “O desenvolvimento imobiliário de Piracicaba é um reflexo do que acontece na capital e em todo o país, levando em consideração as proporções e particularidades de cada região. O aumento nos preços dos imóveis está se acentuando, a demanda que tínhamos há dez anos já está em grande parte suprida, mas ainda temos margem para crescer, ainda existem nichos pouco explorados. As grandes empresas e instituições que a cidade já tinha, mais as que chegaram recentemente, permitiram que o município se tornasse um ótimo local para se comprar imóvel”, disse.

Junqueira acredita, ainda, que não há risco da “bolha imobiliária” atingir a cidade. “Apesar de muitos rumores sobre tal bolha, o mercado continua aquecido e não corremos esse risco. O crédito imobiliário só aumenta, a inadimplência é baixíssima e as construtoras continuam lançando e vendendo”, destacou.

Segundo Souza Junior, além do fomento empresarial, também é importante destacar o desenvolvimento que atingiu bairros estratégicos. “Podemos observar claramente a ampliação da área urbana com vetores de crescimento como Santa Teresinha, Parque Tecnológico e Taquaral/ Água Branca, regiões que atraem empreendedores e moradores.”

De acordo com Joaquim Marth, diretor da Marth Consultoria Imobiliária, o crescimento expressivo da cidade e as grandes oportunidades que ele traz consigo, tanto na geração de empregos como no bem-estar da população, contribuem para que, grande parte das pessoas prefira se mudar para o interior. E é neste cenário que Piracicaba se destaca.

“O desenvolvimento imobiliário da cidade vive seu melhor momento, com crescimento expressivo e oferecendo as mais variadas oportunidades de investimento em imóveis. Este crescimento, nos últimos anos, se dá em função de diversas situações positivas, como a boa administração de nossos governantes, a grande oferta de crédito imobiliário e a vinda de novas empresas, que geraram empregos e atraíram novos moradores”, frisou.
Reportagem: Caroline Ribeiro

sábado, 29 de março de 2014

Lojas em Luanda podem custar 130 USD por m2


por Joana Simões Piedade
No Relatório de Mercado Imobiliário para 2014, recentemente publicado pela consultora Abacus, em parceria com a Jones Lang LaSalle, foram assinalados mais sete investimentos de centros comerciais além dos três já em funcionamento na Grande Luanda (Belas Shopping, inaugurado em 2007 em Talatona, com 100 lojas; Ginga Shopping, inaugurado em 2012 em Viana, com 70 lojas; e Atrium Nova Vida, inaugurado em 2012, também em Luanda Sul.Assim, a juntar às Galerias Sky Center, a consultora indica como novos centros comerciais a abrir até 2015 o Luanda Towers/Vista Club Shopping, na Baixa, com 40 lojas; o Luanda Shopping, integrado no megaprojecto Comandante Gika, no Alvalade, com 208 lojas, seis salas de cinema e um health club; o Shopping Fortaleza, na marginal; e o Shopping do Kinaxixi (em construção). Também se perspectiva que os subúrbios de Viana e da zona de Benfica/Patriota venham a receber centros comerciais nos próximos anos.
A Abacus sublinha que muitos dos projectos anunciados para o mercado, particularmente no caso dos retail parks, estão a ter uma «concretização difícil e tardam em sair». Segundo a consultora, «para o segmento do Retalho, torna-se fundamental que se verifique uma melhoria do poder de compra de todas as classes, o que tem vindo a suceder». Para justificar as conclusões, a Abacus recorre aos dados do Banco Mundial, que indicam que «o índice de pobreza tem vindo a diminuir e o poder de compra a aumentar, com a alteração do estatuto de Angola de país de rendimento médio inferior para rendimento médio superior». Dados que permitem aferir que o segmento do retalho tem muito por onde crescer, pese embora os custos de arrendamento se situem entre os 60 e os 130 dólares mensais por metro quadrado.
j

domingo, 2 de março de 2014


Arquitetura e água 

04 outubro de 2012 ADMIN 7 COMENTÁRIOS 

Combine estrutura de concreto com água , são um dos truques favoritos de muitos arquitetos. 


Water Gardens e Fort Worth, Estados Unidos

Vertedouro do reservatório na Armênia 
aquário em Berlim 

"Barcaça Científica", no rio Hudson, em Nova York 
nova Zelândia 

Casa-nuvem, CASA SUICÇA






Fonte, França 
Cinema na água, China 

Restaurante no Villa Escudero Resort em San - Pablo, Filipinas
Usina hidrelétrica na Alemanha 


Setor imobiliário da China perde força em janeiro


A alta dos preços no setor imobiliário da China perdeu força no início deste ano pela primeira vez em um ano. Segundo dados publicados pela Agência Nacional de Estatísticas, o preço médio em 70 cidades subiu 8,98% em janeiro, de 9,17% em dezembro e de 9,10% em novembro.
Os preços nas quatro principais cidades do país - Pequim, Xangai, Shenzhen e Guangzhou - continuaram a subir forte em janeiro. O preço médio em Guangzhou avançou 18,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em Shenzhen a alta foi de 17,8%, seguida pelos ganhos de 17,5% em Xangai e de 14,7% em Pequim.
Em janeiro, os valores subiram em 69 das 70 cidades pesquisadas pelo governo, assim como em dezembro.
Em outra pesquisa, conduzida pela Market News International com base no preço médio do metro quadrado nas 35 maiores cidades, a alta dos preços desacelerou para seu ritmo mais fraco desde setembro. Os preços de novos imóveis subiram 11,5% em janeiro, na comparação com o mesmo período do ano anterior, de 12,1% em dezembro e 12,2% em novembro. Fonte: Dow Jones Newswires.
AGENCIA ESTADO

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Arranje tempo para o trabalho que importa | Harvard Business Review Bras

Arranje tempo para o trabalho que importa

Mais horas no dia. É o que todo mundo quer, só que é impossível conseguir. Mas e se você pudesse liberar um tempo significativo — talvez até 20% de seu dia de trabalho — para se concentrar nas responsabilidades que realmente importam?
Passamos os últimos três anos estudando como os trabalhadores do conhecimento podem se tornar mais produtivos e descobrimos que a resposta é simples: elimine ou delegue tarefas sem importância e as substitua por aquelas que agregam valor. Nossa pesquisa indica que trabalhadores do conhecimento gastam grande parte de seu tempo — em média, 41% — em atividades não essenciais que trazem pouca satisfação pessoal e podem ser feitas com competência por outras pessoas. Então, por que eles continuam a fazê-las? Porque se livrar de trabalho é mais fácil de dizer do que de fazer. Instintivamente, nós nos agarramos a tarefas que nos fazem sentir ocupados e, assim, importantes, enquanto nossos chefes, que lutam constantemente para fazer mais com menos, empilham sobre nós tantas responsabilidades quanto estivermos dispostos a aceitar.
Acreditamos, porém, que há uma saída. Trabalhadores do conhecimento podem ser mais produtivos pensando conscientemente sobre como gastam seu tempo, decidindo quais tarefas são mais importantes para eles e suas organizações e descartando ou terceirizando criativamente o resto. Nós fizemos esta experiência com 15 executivos em diferentes empresas e eles foram capazes de diminuir bastante seu envolvimento em tarefas de baixo valor: reduziram o chamado “trabalho de escrivaninha” em seis horas por semana e o tempo de reuniões em duas horas por semana, em média. E os benefícios foram evidentes. Por exemplo, quando Lotta Laitinen, uma gestora na corretora de seguros escandinava If, livrou-se de reuniões e tarefas administrativas para passar mais tempo apoiando sua equipe, isso levou a um aumento de 5% nas vendas feitas por sua unidade ao longo de um período de três semanas.
Embora nem todos em nosso estudo tenham tido tanto sucesso, os resultados ainda nos surpreenderam. Ao simplesmente pedir que trabalhadores do conhecimento repensassem e alterassem seu conjunto de atividades, pudemos ajudá-los a liberar quase um quinto de seu tempo — uma média de um dia inteiro por semana — e a aproveitar essas horas economizadas para se concentrar em tarefas que valiam mais a pena.
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Por que é tão difícil
Trabalhadores do conhecimento são um desafio para gestores. O trabalho que eles fazem é difícil de observar (já que grande parte dele ocorre dentro de suas cabeças) e sua qualidade é frequentemente subjetiva.
Entrevistamos 45 trabalhadores do conhecimento em 39 empresas de oito setores industriais nos EUA e na Europa para ver como eles gastam seus dias. Descobrimos que mesmo os mais dedicados e de desempenho impressionante destinavam grande parte do tempo a atividades tediosas que não agregam valor, como o trabalho de escrivaninha e a “gestão transversal” pela empresa (por exemplo, reuniões com pessoas de outros departamentos). Essas são tarefas que os próprios trabalhadores do conhecimento consideram de pouca utilidade pessoal e de baixo valor para a companhia.
Há muitas razões pelas quais isso acontece. Nós nos sentimos, na maioria, enredados numa teia de compromissos da qual pode ser doloroso sair: tememos deixar nossos colegas ou empregados tristes se pararmos de fazer certas tarefas. “Quero parecer ocupado e produtivo — a empresa valoriza quem trabalha em equipe”, observou um participante do estudo. Além disso, os itens menos importantes em nossas listas de afazeres não são totalmente desprovidos de benefícios. Fazer progresso em uma tarefa — mesmo uma que não seja essencial — aumenta nossas sensações de engajamento e satisfação, mostrou a pesquisa. E, embora as reuniões sejam amplamente ridicularizadas como uma perda de tempo, elas oferecem oportunidades para socialização e integração com colegas. “Eu, na verdade, aguardo ansiosamente as reuniões cara a cara”, disse um dos entrevistados. “Um telefonema é mais eficiente, mas é um meio frio, sem vida.”
As organizações têm parte da culpa pela produtividade abaixo da ideal. A redução de custos tem prevalecido ao longo da última década, e trabalhadores do conhecimento, assim como a maioria dos empregados, têm assumido algumas tarefas de baixo valor — como a de organizar viagens — que os distraem do trabalho mais importante. Apesar de estar sendo recuperada a confiança nos negócios, muitas empresas hesitam em voltar a fornecer mais recursos, principalmente os administrativos. Para piorar, ambientes regulatórios cada vez mais complicados e sistemas de controle mais rígidos em muitas indústrias têm contribuído para culturas corporativas de aversão ao risco, que desencorajam funcionários seniores a ceder trabalho a colegas menos experientes. As consequências são previsíveis: “Minha equipe é insuficiente e pouco qualificada, por isso meu cronograma é um pesadelo e tenho de participar de muito mais reuniões do que deveria”, afirmou um participante do estudo. Outro comentou: “Eu me defronto com a restrição da capacidade de trabalho das pessoas a quem delego tarefas”.
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Algumas empresas tentam ajudar seus trabalhadores do conhecimento a se concentrar nas partes de seu trabalho que agregam valor. Por exemplo, um de nós (Jordan Cohen) ajudou a Pfizer a criar um serviço chamado pfizerWorks, que permite que os empregados terceirizem tarefas menos importantes. Também temos visto iniciativas corporativas que banem o e-mail nas sextas-feiras, impõem limites de tempo para reuniões e proíbem apresentações internas em PowerPoint. Mas é muito difícil mudar normas institucionais, e quando trabalhadores do conhecimento não encampam diretrizes de cima para baixo como essas, eles encontram formas criativas para resistir ou para burlar o sistema, o que só piora as coisas. Nós propomos um meio-termo: intervenções criteriosas e autodirigidas, apoiadas pelos gestores, que auxiliem os trabalhadores do conhecimento a ajudar a si mesmos.
O que os trabalhadores podem fazer
Nosso processo, uma variante do clássico exercício de Iniciar/Parar/Continuar, visa a ajudá-lo a fazer pequenas, mas significativas, mudanças em seu cronograma diário de trabalho. Nós entregamos esse exercício aos 15 executivos já mencionados e eles obtiveram alguns resultados notáveis.
Identifique tarefas de baixo valor. Usando nosso quadro de autoavaliação (na página anterior), examine todas as suas atividades diárias e decida quais (a) não são tão importantes para você ou sua empresa e quais (b) são relativamente fáceis de eliminar, delegar ou terceirizar. Nossa pesquisa indica que pelo menos um quarto das atividades de um típico trabalhador do conhecimento se enquadra nas duas categorias. Portanto, você deve tentar liberar até dez horas por semana. Os participantes de nosso estudo apontaram uma série de tarefas dispensáveis. Lotta Laitinen, da If, rapidamente identificou várias reuniões e tarefas administrativas de rotina das quais poderia prescindir. Shantanu Kumar, CEO de uma pequena companhia de tecnologia em Londres, percebeu que estava muito envolvido em detalhes de planejamento de projeto, enquanto Vincent Bryant, um gestor na GDF SUEZ Energy Services, ficou surpreso ao ver quanto tempo estava desperdiçando na classificação de documentos.
Decida se descarta, delega ou redesenha. Classifique as tarefas de baixo valor em três categorias: eliminação rápida (coisas que você pode parar agora de fazer sem causar nenhum efeito negativo), oportunidades de descarga (tarefas que podem ser delegadas com um mínimo de esforço) e redesenho de longo prazo (trabalho que precisa ser reestruturado ou reformulado). Os participantes do estudo descobriram que esse passo os forçou a refletir cuidadosamente sobre suas contribuições reais a suas respectivas organizações. “Dei um passo atrás e me perguntei: antes de mais nada, será que eu deveria estar fazendo isto? Será que meu subordinado pode fazer? Ele está preparado?”, lembra Johann Barchechath, um gestor no BNP Paribas. “Isso me ajudou a descobrir o que era valioso para o banco e o que era valioso para mim — e o que nós simplesmente não deveríamos estar fazendo de jeito nenhum.” Outro participante assinalou: “Percebi que a grande mudança que eu deveria fazer era dizer não para as tarefas de baixo valor e, antes de mais nada, não me comprometer a fazê-las”.
Tarefas de descarga. Ouvimos de muitos participantes que delegar trabalho foi inicialmente a parte mais desafiadora — mas acabou sendo muito gratificante. Um deles disse que não conseguia parar de se preocupar com as tarefas que havia redistribuído. Barchechath observou: “Eu aprendi sobre a importância do momento de delegar algo — é possível delegar muito cedo”.
A maioria dos participantes acabou superando aqueles obstáculos. Eles delegaram de 2% a 20% de seu trabalho sem que a sua produtividade ou de sua equipe tenha caído. “No início eu superestimei a capacidade de minha subordinada, mas depois de um tempo ficou mais fácil, e conseguir que uma tarefa fosse ao menos parcialmente realizada me dava energia”, disse Barchechath. Um bônus foi que funcionários juniores se beneficiaram por ser mais envolvidos. “(Minha subordinada) me disse várias vezes que realmente gostou disso”, acrescentou Barchechath. Vincent Bryant decidiu entregar tarefas a um assistente pessoal virtual e diz que, embora estivesse preocupado quanto à velocidade do serviço, “foi perfeito”.
Distribua o tempo liberado. O objetivo, claro, é ser não apenas competente, mas também eficaz. Por isso, o próximo passo é determinar como usar melhor o tempo que você economizou. Anote duas ou três coisas que você deveria estar fazendo e não está, e mantenha um registro para avaliar se está usando seu tempo de forma mais eficaz. Alguns participantes do estudo foram capazes de voltar para casa um pouco mais cedo para desfrutar de suas famílias (o que provavelmente os tornou mais felizes e mais produtivos no dia seguinte). Alguns, infelizmente, relataram que seu tempo foi imediatamente engolido por acontecimentos imprevistos.
Mas mais de 50% aproveitaram as horas economizadas para fazer um trabalho melhor. “Para mim, o mais útil foi identificar as coisas importantes para as quais eu geralmente não tinha tempo”, disse Kumar. “Eu parei de gastar tempo com minha ferramenta de planejamento de projeto e me concentrei em atividades estratégicas, como o mapa de produto.” Laitinen, por sua vez, aproveitou para ouvir telefonemas de clientes, observar seus melhores vendedores e instruir seus funcionários um por um. O resultado foi aquele impressionante salto de 5% nas vendas em três semanas. E os maiores aumentos vieram de funcionários que tinham até então um desempenho abaixo da média. Um questionário mostrou que as reações dos empregados à experiência foram positivas e Laitinen descobriu que não perdia nada se livrando de parte de seu trabalho. “A primeira semana foi realmente estressante, porque tive de fazer muito planejamento, mas na metade do período de teste eu já estava mais relaxada e voltava para casa satisfeita todos os dias.”
Comprometa-se com seu plano. Embora este processo seja totalmente autodirigido, é fundamental compartilhar seu plano com um chefe, colega ou mentor. Explique quais atividades você está deixando de fazer e por quê. E concorde em discutir o que você conseguiu em um período de poucas semanas. Sem este passo, é muito fácil escorregar de volta para os maus hábitos. Muitos participantes do estudo descobriram que seus gestores foram úteis e lhes deram apoio.
COM RELATIVAMENTE pouco esforço e nenhuma diretriz de gestão, a pequena intervenção que propomos pode aumentar significativamente a produtividade entre os trabalhadores do conhecimento. Tais mudanças nem sempre são fáceis, é claro. “É difícil fazer essas alterações sem alguém impor uma disciplina sobre você”, assinalou um dos participantes. Mas todos concordaram que o exercício foi um útil “mecanismo de arranque” para ajudá-los a ser empregados e gestores mais competentes, eficazes e engajados. Para fazer o mesmo, você só precisa fazer as perguntas certas e agir com base nas respostas. Afinal, se você é um trabalhador do conhecimento, não é para usar seu discernimento que você foi contratado? 

Julian Birkinshaw é professor de estratégia e empreendedorismo na London Business School e autor de Becoming a Better Boss. Jordan Cohen é um especialista em produtividade no PA Consulting Group e recebeu o grande prêmio de 2010 do Management Innovation eXchange (MIX) por seu trabalho anterior na Pfizer.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Apesar das dúvidas, mercado de aluguel ainda está em alta



O Dia, Cristiane Campos, 09/fev

Apesar de muitas famílias já terem realizado o sonho da casa própria, o aluguel ainda é uma alternativa muito procurada. E, na hora de alocar, muitas dúvidas aparecem, principalmente para os inquil i nos de primeira viagem. "Prazo, índice de reajuste, data de vencimento e forma de aplicação da multa por rescisão antecipada são as principais delas", afirma Giovani Oliveira, gerente geral da Apsa.

De acordo com Edison Parente, vice-presidente comercial da Renascença Administradora, outro questionamento comum é o prazo para o reajuste do aluguel. "A mudança acontece anualmente. Vale lembrar que na renovação do contrato, o proprietário pode ajustar de acordo com o valor de mercado", explica Parente.

E se o contrato terminar e não houver renovação, qual o prazo para deixar o imóvel? Segundo Edison Parente, o inquilino tem a obrigação de sair no dia seguinte ao término do contrato. "Mas, na prática, as administradoras costumam esperar até 30 dias", completa o executivo.

Fiador, depósito e segurofiança são alguns exemplos de garantias exigidas pelas imobiliárias. Na Precisão Administradora, a figura do fiador ainda aparece na maior parte dos contratos. No entanto, já é possível verificar crescimento na procura pelo seguro-fiança.

"O fiador é mais visto nos contratos antigos, que já foram renovados mais de uma vez. Nos novos, o seguro-fiança é usado, pois hoje é difícil encontrar alguém que aceite ser fiador", diz a gerente de locação Daniele Pereira de Souza.

A dona de casa, Maria da Guia, de 72 anos, alugou um apartamento no Recreio dos Bandeirantes, usando o depósito de três meses de aluguel. Na hora de renovar o contrato, ela estranhou o fato de a imobiliária pedir para atualizar o valor do depósito.

"Isso pode acontecer sim; não está previsto na Lei do Inquilinato, porém o reajuste é legítimo levando em consideração que o aluguel teve aumento, o que significa que o valor depositado já não corresponde aos três meses de aluguel do primeiro contrato. A prática não é muito comum, mas as administradoras que o fazem não estão agindo de máfé", explica Parente.

Dicas para alugar com segurança

Para que a locação não se transforme em pesadelo para proprietários e inquilinos, é importante ficar atento a todas as cláusulas do contrato. Além disso, outras dicas garantem uma negociação segura: procure imobiliárias habilitadas no Conselho Regional dos Corretores (Creci); leia com muita atenção todas as cláusulas do contrato de locação; não assine nada antes de tirar t odas s dúvidas; f aça uma vistoria detalhada do imóvel; exija recibo discriminado do que está pagando, separando o que é aluguel, o que é condomínio e taxas como IPTU; e pergunte ao síndico, quando houver cota extra, qual a motivação da cobrança, para saber de quem é o encargo, do inquilino ou do proprietário.

Porquê investir na Cidade Nova?

Muito se discute sobre o mercado imobiliário no Brasil. A discussão, na maior parte das vezes, 
recai na comparação entre o mercado imobiliário brasileiro e de países como os Estados 
Unidos e Espanha. 
Estes países, há pouco tempo, passaram pela chamada bolha imobiliária; resultado, segundo 
alguns analistas, da exagerada facilidade de concessão de crédito, como também, por prazos 
de financiamentos longos combinados com juros baixos. Citando o mercado imobiliário 
americano podemos ressaltar que, devido a rentabilidade baixa de ativos mobiliários, muitas 
vezes o interessado no crédito optava por financiar o imóvel por um prazo longo com 
prestações baixas, para mais tarde revender o imóvel e obter algum retorno financeiro. Os 
bancos, por sua vez, concediam cada vez mais financiamentos, fomentando o mercado. O 
problema foi emprestar dinheiro para quem não tinha condições de pagar; a inadimplência 
aumentou; com a crise de 2008 veio o desemprego, e este aumentou ainda mais a 
inadimplência. Muitos tomadores de financiamento imobiliário, não conseguiram mais pagar 
as prestações e tampouco revender os imóveis, resultando na retomada do mesmo pelo 
agente financeiro, que por sua vez, também não conseguia repassa-los a outros interessados. 
No Brasil as instituições financeiras que emprestam dinheiro para o financiamento imobiliário 
são bem mais conservadoras; existe certo rigor para a concessão do crédito; raramente se 
concede o financiamento da totalidade do valor do imóvel; os juros são mais altos e há 
políticas públicas para conceder financiamento a população de baixa-renda. Muito embora, o 
mercado imobiliário brasileiro ainda necessite de muitas unidades residenciais e comerciais; a 
construção, aquisição e o financiamento de imóvel no Brasil, seja ele residencial ou comercial, 
ainda é realizada com muita cautela tanto pelo grande investidor como pelo cidadão comum. 
Talvez esta cautela seja proveniente do demasiado período em que o mercado permaneceu 
estagnado e sem perspectivas de melhorias futuras; a instabilidade da economia pela qual o 
país passou nas décadas anteriores, não favoreceu o investimento no mercado de construção. 
Por quê investir na construções de imóveis se era bem mais rápido ganhar dinheiro no 
mercado financeiro? O controle da economia e a redução dos juros levou o investidor a buscar 
outros meios de obter rentabilidade; é quando o mercado imobiliário se apresenta como uma 
excelente opção. Mas a possibilidade de qualquer descontrole da economia poderá reverter 
este cenário; ainda é preciso certa cautela e conservadorismo. 
Mas no momento, a Cidade do Rio de Janeiro se apresenta como uma das capitais brasileiras 
com maior crescimento do mercado imobiliário nos últimos três anos; muitos alegam ser 
devido aos eventos internacionais que acontecerão nos próximos anos. Esta é uma das razões, 
mas não é a única. É preciso também considerar que com a estabilidade da economia, cidades 
como o Rio de Janeiro e São Paulo, devido a sua importância no âmbito nacional e 
infraestrutura implantada estarão sempre entre as cidades mais procuradas pelos investidores. 
Segundo o FIPE, as cidades de Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Niterói e Porto Alegre são 
aquelas de maior aumento de preço do m2 entre as dezesseis cidades com preços monitorados; sendo que o Rio de Janeiro , entre novembro de 2012 e novembro de 2013, 
acumula alta de 13,8%. 
Independentemente dos motivos pelos quais alguns investidores optaram pelo Rio de Janeiro, 
o certo é que a cidade se encontra em um bom momento. Áreas anteriormente estagnadas ou 
subutilizadas estão em processo de implantação de grandes projetos, citando como exemplo a 
Zona Portuária; e aquelas de ocupação consolidada, como o Centro, encontram-se em 
processo de reurbanização e revitalização. 
O Centro da cidade, tradicionalmente ocupado pelo setor financeiro, possui prédios que foram 
construídos nas décadas anteriores a de 80. Estes imóveis estão sendo reformados para serem 
ocupados, na maior parte dos casos, por empresas de pequeno ou médio porte do setor de 
prestação de serviços. As corporações de maior porte, que muitas vezes ocupam prédios 
inteiros e que necessitam de edifícios mais modernos, estão optando por novas áreas. Os 
terrenos que até dois, três anos atrás encontravam-se desocupados na Av. Presidente Vargas, 
atualmente, já estão construídos. Esta ocupação é natural e segue em direção a Zona 
Portuária e Cidade Nova. 
Os analistas do mercado imobiliário acreditam em várias alternativas para investimento na 
cidade do Rio de Janeiro; para alguns o Centro e a Zona Portuária será tudo de bom, para 
outros a Barra continua a ser o melhor investimento e tem aqueles que defendem que o fato 
novo é a Zona Norte. Esta divergência de opiniões demonstra o dinamismo da cidade. Com o 
passar dos anos, áreas anteriormente residenciais passaram a ser comerciais, neste caso, 
podemos citar a Cidade Nova, de ocupação residencial unifamiliar passou a ocupação 
comercial de prédios corporativos ensejando por lojas, restaurantes e prestação de serviços. 
Áreas comerciais podem se tornar residenciais e haverá locais que é desejável a ocupação 
residencial e comercial ao mesmo tempo, que é o caso da Zona Portuária. 
Considerando tão somente o investimento no bairro da Cidade Nova, podemos ressaltar as 
seguintes vantagens: a infraestrutura urbana já implantada; o fácil acesso aos aeroportos, 
rodoviária, rodovias intermunicipais e interestaduais; fácil acesso a rede de transportes 
públicos (trem, metrô e ônibus) e acessos as demais regiões da cidade e os municípios do 
Grande Rio. 
Observa-se que desde a década de 90, época das últimas demolições na área do Teleporto, a 
região se modificou bastante. Nos anos seguintes a implantação do Projeto de Alinhamento, 
os terrenos permaneceram desocupados devido ao desinteresse dos investidores da 
construção civil. Atualmente, empresas como a Petrobrás e Sul América estão instaladas no 
local; foram construídos o Centro de Operações da PCRJ, o Clube dos Servidores Municipais e 
um centro gastronômico, entre outros. Isto representa o início da consolidação da ocupação 
comercial e de prestação de serviços, para atender não só a iniciativa privada, como também 
as instituições públicas já há muito tempo instaladas nesta região da Cidade Nova. 
Lídia Barboza da Silva – Arquiteta 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Vizinhos, George Clooney e Cindy Crawford apresentam suas mansões de férias no México

Os amigos há mais de 20 anos abriram as portas das suas casas de veraneio para a equipe da revista Architectural Digest

George Clooney e Cindy Crawford são tão amigos que quando o marido da modelo, Rande Gerber, sugeriu que construíssem mansões vizinhas para passarem as férias em Los Cabos, no México, o ator prontamente concordou. E os famosos abriram as portas das casas luxuosíssimas para a equipe da revista Architectural Digest, que publicou em sua edição de novembro diversas fotos dos ambientes.
george clooney

“Nós vimos o terreno de frente para o mar e pensamos que poderíamos construir alguma coisa”, contou Gerber à publicação. A primeira ideia foi erguer uma casa gigantesca que acomodasse todos, mas os três acabaram optando por duas construções separadas.
“Nós revezamos”, disse Cindy. “Tomamos drinques na nossa casa e jantamos no George, ou vice-versa”, comentou. Luz natural toma conta dos ambientes, assim como dos pátios, já que quase nenhum teto foi construído. Além disso, para uma maior integração com a natureza, as portas e janelas são enormes.
Bege, branco e marrom escuro são as principais cores utilizadas. E as duas casas receberam o nome de Casamigos, a “casa dos amigos”, que se conhecem há mais de 20 anos.
Veja fotos das casas no Daily Mail.

Luxo submerso: hotel em ilha da Tanzânia tem quarto embaixo d'água

A estrutura flutuante do Manta Resort fica a 250 metros da costa e possui mais dois níveis sobre a superfície


Imagine-se encapsulado em uma bolha no fundo do mar, olhando peixes e outros animais marinhos nadando ao seu lado. Essa é a experiência única que o Manta Resort, na ilha de Pemba, na Tanzânia, pretende oferecer com um quarto submerso. Projetada pela empresa sueca Genberg Art UW Ltd, a estrutura flutuante também possui mais dois níveis sobre a superfície.
Manta

Na construção exclusiva, uma escadaria leva os hóspedes do lounge para uma pequena cobertura, onde também podem desfrutar de momentos relaxantes. O espaço possui, ainda, uma cama, permitindo que os visitantes durmam ao ar livre. 
Manta

A estrutura submersa, por sua vez, está cercada de painéis de vidro, que oferecem uma visão de quase 360º do fundo do mar. Ao todo, o Manta Resort possui 17 quartos, sendo um embaixo d’água, que fica a cerca de 250 metros de distância da costa (dois minutos de barco).
Manta

O hotel oferece pacotes de sete ou dez noites, por uma diária de US$ 750 (cerca de R$ 1740) por pessoa, que incluem alimentação e outras facilidades. Os hóspedes também têm à disposição caiaques e equipamentos de mergulho.

MantaMantaMantaMantaManta
Fotos: Jesper Anhede