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segunda-feira, 31 de março de 2014

Mercado imobiliário deve crescer, em média, 20% esse ano


CIDADE - 29/03/2014 14h26

Mercado imobiliário deve crescer, em média, 20% esse ano
Projeção de aumento é menor que em 2013, mas especialistas são otimistas

Mercado imobiliário deve crescer, em média, 20% esse ano
Foto: Claudinho Coradini/JP
Depois de registrar crescimento superior a 30% na comercialização de imóveis em 2013, Piracicaba se prepara para mais um ano positivo.

A expectativa é que o mercado imobiliário, esse ano, atinja crescimento médio de 20%.

Apesar de menor em comparação a 2013, esse número representa projeções positivas em relação ao desenvolvimento imobiliário na cidade e, segundo profissionais da área, o crescimento populacional e social, somado à chegada de novos moradores, são apenas alguns dos motivos que prometem manter o setor aquecido.

De acordo com Angelo Frias Neto, diretor regional do Secovi (Sindicato Patronal da Habitação), o crescimento populacional de Piracicaba de 2012 para 2013 — de 2,3% — é maior que o registrado em todo o país, que aumentou 0,90% no mesmo período.

“Este é um fator positivo para o mercado imobiliário, pois aumenta a demanda por imóveis na cidade. O fato de a estimativa apontar crescimento nas vendas menor que o ano passado também é algo positivo, já que mantém a estabilidade do desenvolvimento municipal. De nada adianta crescer demasiadamente se não há controle da situação e nem recursos para atender essa demanda por habitação.”

Segundo Frias Neto, outro dado relevante é que a cidade registrou, no ano passado, 2.683 casamentos formais.

Somados aos informais e às necessidades por precariedade e coabitação, a demanda por residências em Piracicaba chegou a 4.200 ao ano, fatos que também contribuem para o crescimento.

“Apesar da percepção generalizada de que a economia nacional está ruim, os fundamentos que cercam o mercado imobiliário continuam firmes e fortes. Pessoas na faixa dos 20 a 35 anos se transformando em proprietários de imóveis, o aumento dos casamentos, o alto índice de emprego e renda, e a ascensão social, são aspectos que geram novas demandas”, explicou.

Para o consultor e diretor da ATO Imobiliária André Luis de Souza Junior, o setor imobiliário é um dos segmentos econômicos de maior importância para o município, que também é considerado um dos principais pólos industriais e sucroalcooleiros do Estado e, nos últimos anos, apontou reflexo positivo em diversas áreas com a instalação de novas empresas.

“O aumento populacional e social, a vinda de trabalhadores e de estudantes de outras cidades, a queda da taxa de desemprego e a elevação de renda — 52% da população piracicabana é da classe média — , em muito contribuem para o desenvolvimento do setor”, afirmou.

Dessa mesma concepção compartilha Gustavo Junqueira, sócio-proprietário da Imobiliária Junqueira. Conforme ele, a chegada de grandes empresas e instituições tem contribuído com o perfil imobiliário da cidade. “O desenvolvimento imobiliário de Piracicaba é um reflexo do que acontece na capital e em todo o país, levando em consideração as proporções e particularidades de cada região. O aumento nos preços dos imóveis está se acentuando, a demanda que tínhamos há dez anos já está em grande parte suprida, mas ainda temos margem para crescer, ainda existem nichos pouco explorados. As grandes empresas e instituições que a cidade já tinha, mais as que chegaram recentemente, permitiram que o município se tornasse um ótimo local para se comprar imóvel”, disse.

Junqueira acredita, ainda, que não há risco da “bolha imobiliária” atingir a cidade. “Apesar de muitos rumores sobre tal bolha, o mercado continua aquecido e não corremos esse risco. O crédito imobiliário só aumenta, a inadimplência é baixíssima e as construtoras continuam lançando e vendendo”, destacou.

Segundo Souza Junior, além do fomento empresarial, também é importante destacar o desenvolvimento que atingiu bairros estratégicos. “Podemos observar claramente a ampliação da área urbana com vetores de crescimento como Santa Teresinha, Parque Tecnológico e Taquaral/ Água Branca, regiões que atraem empreendedores e moradores.”

De acordo com Joaquim Marth, diretor da Marth Consultoria Imobiliária, o crescimento expressivo da cidade e as grandes oportunidades que ele traz consigo, tanto na geração de empregos como no bem-estar da população, contribuem para que, grande parte das pessoas prefira se mudar para o interior. E é neste cenário que Piracicaba se destaca.

“O desenvolvimento imobiliário da cidade vive seu melhor momento, com crescimento expressivo e oferecendo as mais variadas oportunidades de investimento em imóveis. Este crescimento, nos últimos anos, se dá em função de diversas situações positivas, como a boa administração de nossos governantes, a grande oferta de crédito imobiliário e a vinda de novas empresas, que geraram empregos e atraíram novos moradores”, frisou.
Reportagem: Caroline Ribeiro

Do setor imobiliário à pastelaria


Onde algumas pessoas apenas veriam limões, Valerie decidiu fazer limonada. Aos 40 anos, agarrou a oportunidade de tentar algo de novo e decidiu mudar de carreira – e de país – para seguir a sua paixão de toda a vida: a pastelaria.
Durante mais de 15 anos, Valerie Labat-Gest trabalhou como secretária numa grande agência imobiliária em Marselha, França. Mas, quando a recessão económica lançou o caos no mercado da habitação, foi despedida e ficou, de repente, sem emprego.
 
«Estava numa formação profissional, em Paris, quando conheci um pasteleiro esloveno», diz-nos. «A pastelaria sempre foi uma grande paixão minha, e começámos a falar sobre o negócio da pastelaria na Eslovénia e sobre a grande necessidade que este país tem de profissionais com conhecimentos de pastelaria francesa. Como não tinha nada a perder, decidi que estava na hora de tentar a minha sorte na Eslovénia!»
 
Por recomendação do seu Conselheiro EURES em Marselha, quando chegou a Liubliana, Valerie contactou o gabinete EURES e inscreveu-se em sessões de informação sobre como encontrar emprego no estrangeiro e como redigir um CV em inglês.
 
«Na verdade, a EURES ajudou-me imenso», refere Valerie. «Manter um relacionamento pessoal próximo com o meu conselheiro foi essencial para conseguir encontrar com êxito um emprego que me apaixonasse numa pastelaria local.»
 
É claro que mudar de país e de profissão aos 40 anos é tudo menos fácil, mas também neste ponto a EURES conseguiu ajudar. Por exemplo, a EURES pode ajudar na análise e atualização de CV e na preparação de entrevistas de emprego – um ponto com particular interesse para ostrabalhadores mais velhos que estiveram fora do mercado de trabalho durante alguns anos e cujas aptidões para enfrentar entrevistas necessitam frequentemente de ser melhoradas.
 
«Embora aqueles que mudam de percurso profissional aos 40 ou mais anos enfrentem uma série de desafios, muitos destes são positivos,» assinala Sabina Skarja, da Euroguidance, EURES, da Eslovénia. «Os trabalhadores mais velhos trazem consigo maior experiência e mais aptidões, o que, na maior parte das vezes, torna mais fácil o processo de transição.»
 
Atualmente a servir pastelaria francesa em Liubliana, este é um sentimento que Valerie conhece bem: «Quando olho para tudo o que fiz – os esforços para encontrar um emprego, para me adaptar a um novo país – posso dizer que nem sempre foi fácil, mas foi, sem dúvida, a decisão certa», refere.
 

O design brasileiro na Feira de Milão


O Globo, 30/mar

Principal feira de mobiliário do mundo, o Salão Internacional do Móvel de Milão, que este ano acontece entre os dias 8 e 13 de abril, atrai dezenas de eventos paralelos à cidade italiana. Entre eles, dois brasileiros: a Rio + Design, que leva apenas criações de designers fluminenses, e a Brazil S/A, que costuma destacar não só o design contemporâneo, mas também trabalhos artesanais. O intuito de ambas as mostras é promover o nosso design lá fora, gerando negócios para seus criadores.

- Este ano, apresentamos o design que torna o dia a dia mais fácil e prazeroso. A exposição vai mostrar de pequenas peças a excelentes mobiliários e um forno inovador. Todas com a alma do Rio - diz Dulce Ângela Procópio, subsecretária estadual de Comércio e Serviços.

Promovida pela Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio em parceria com Sebrae, Firjan e Apex Brasil, a mostra ocupará um espaço de 300 m² na Via Tortona, um dos principais polos criativos da cidade. Serão 100 peças de 50 designers como Fernando Jaeger, Guto Índio da Costa, Ivan Resende e Lattoog.

Já a Brazil S/A leva para Milão a exposição 100% Brasil, no Palazzo Giureconsulti. Entre os designers com peças expostas na mostra nomes como Alê Jordão, Daniel Simonini, Estúdio Bola, Fábio Galleazo, Fernando Prado, Marcelo Rosembaum, Nó Design e Zanini de Zanine.

O espaço receberá ainda um evento promovido pela mostra de decoração "Morar mais", que vai premiar os profissionais que criaram os ambientes de maior destaque nas edições realizadas no ano passado em sete cidades. O prêmio é dividido em duas categorias. Na nacional, é escolhido o melhor ambiente por tipo (quarto infantil, bilheteria, banheiro); já na regional, são considerados seis quesitos: customização, soluções "mais por menos", sustentabilidade, inclusão social, brasilidade, tecnologia e inovação. Serão premiados 82 ambientes.

sábado, 29 de março de 2014

Revisão dos valores do FGTS de acordo com a inflação impactaria no mercado imobiliário


Revisaros valores do FGTS  (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) de acordo com os movimentos da inflaçãoresultaria em milhões de revisões nos contratos de financiamento à habitação, afirma o procurador geral do BC (Banco Central do Brasil), Isaac Sidney Menezes Ferreira. O mercado imobiliário receberia um choque o qual de forma difícil conseguiria se recuperar.
De forma prática as ações que se encontram no STF (Superior Tribunal Federal) e STJ (Superior Tribunal de Justiça), de cidadãos que reclamam da política monetária do FGTS, objetivam solicitar a correção de acordo com a inflação dos períodos.
A diferença é grande nos números. Por exemplo, no começo do ano de 2014, enquanto a TR quase atingiu a casa dos 0,20%, o IPCA (Índice de Preços aoConsumidor Amplo) registra quase 6% de inflação.
Não se pode ignorar que o BC solicitou a licença para julgar ao levar em conta que o órgão tem a responsabilidade de fazer o cálculo da TR (Taxa Referencial), conforme regras ditadas no CMN (Conselho Monetário Nacional).
Vale ressaltar que a TR também objetiva corrigir a política de valorização dos valores que se encontram em depósito no FGTS. De forma prática, a mesma fórmula de renda é usada para corrigir a conta poupança.

terça-feira, 18 de março de 2014

ARTE Datilografando Cores


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São infinitas as formas de representar a arte e a criatividade. Eu, que sou muito fã de tecnologia, pintura e coisas antigas, me peguei impressionado com a criatividade do pintor americano Tyree Callahan, que com uma velha máquina de escrever da década de 30, criou a Chromatic Typewriter, uma máquina que imprime cores em vez de letras.
No lugar dos caracteres das teclas ele colocou cores, e as “typebars” foram substituídas por pequenos blocos de cores que são pressionados contra a tela ao digitar.
Vejam algumas fotos da máquina e de algumas obras que foram criadas com ela.
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domingo, 2 de março de 2014

Ingá desponta como bairro disputado no mercado imobiliário niteroiense


Por: Íris Marini 23/02/2014

Preço mais atraente para aluguéis e compra de imóveis, farto comércio e proximidade do Centro e de Icaraí são vantagens apontadas por moradores, imobiliárias e construtoras

O bairro Ingá, na Zona Sul de Niterói, ao longo dos anos, tem se transformado no sonho de moradia de muitos niteroienses, por possuir grande oferta de serviços, comércio, entre outras necessidades da vizinhança. Esta característica aliada à proximidade de Icaraí – também na Zona Sul – e do Centro, o torna “extremamente atrativo”, segundo o diretor superintendente, Julio Kezem, da construtora Soter, que atende no Centro do município. Outro item seria a “tranquilidade” que o local oferece por ser um bairro com moradores antigos e costumeiros, o que representa “qualidade de vida”, além dos preços de aluguel e compra de imóveis, muitas vezes mais atraentes do que o restante da região, considerando as vantagens do lugar.
“É tradicionalmente um bairro residencial, com uma boa oferta de infraestrutura, como supermercados, escolas, faculdade, saúde, entre outros. Dependendo de sua ocupação, o morador não precisa sair de lá, ou, se tiver que se deslocar, contará com a proximidade do Centro e de Icaraí, o que torna um ótimo lugar para se viver”, pontua Julio Kezem.
De acordo com Bruno Serpa Pinto, diretor superintendente da imobiliária Brasil Brokers, localizada em Icaraí e na Região Oceânica da cidade, o comprador de residências no Ingá costuma ser o próprio morador do bairro, que reconhece a importância do local e a valorização que seu imóvel pode ter, devido à crescente demanda por casas no bairro. Conforme o executivo, o metro quadrado do lugar está em torno de R$ 7,5 mil.
“Tudo que é colocado à venda ou é lançado no Ingá é comercializado com uma rapidez enorme. Os imóveis são mais baratos do que em Icaraí, e o bairro contempla todos os serviços que um morador necessita. Além disso, a proximidade com a praia, o Centro, a Ponte Rio-Niterói, e a questão da mobilidade urbana são outros atrativos”, contabiliza Serpa Pinto.

Em família – A assessora de imprensa, Sylvia Braune, de 36 anos, mora com o marido, Henrique Tavora, de 29 anos, que é chefe de cozinha no Rio de Janeiro, e a sua filha, Nina Flor, de 4 anos. Ela se casou em setembro do ano passado e se mudou para um apartamento de três quartos, com varanda, no bairro, em fevereiro deste ano. Antes, o casal morava na Tijuca, Zona Norte da capital.
“O apartamento era da minha sogra desde 1982. Viemos para cá porque é um excelente bairro, seguro, perto dos shoppings, das barcas, da saída para o Rio, onde tenho que atender alguns clientes, além de ser o local de trabalho do meu marido. Mas quem não tem um imóvel no Ingá e vive aqui de aluguel sentiu o aumento dos valores. Aqui o condomínio saltou cerca de R$ 200. Muita gente está deixando o meu prédio por isso”, ressalta.  
O webdesigner Paulo Felippe Molko Belladonna, de 30 anos, divide a locação do apartamento no Ingá com um amigo, o cabeleireiro Carlos Fábio Junior, de 31 anos. O imóvel, de dois quartos e uma dependência de empregada, é do seu avô, que aluga o imóvel por cerca de R$ 2,2 mil para o neto, além do condomínio de aproximadamente R$ 700, depois de um aumento de R$ 70 em 2014. Para ele, o valor não é tão diferente de Icaraí, mas ele tem preferência pelo lugar.
“Moro no Ingá desde criança. Gosto muito daqui por conta da fácil locomoção. É perto da Cantareira, onde frequento muito, o Centro e Icaraí. Tem bastante comércio, mercado. Tudo aqui tem acesso muito fácil para resolver as coisas. É um bairro muito procurado”, diz ele.

O FLUMINENSE

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Top 10 fatos sobre milionários


De acordo com o livro de Michael Ellsburg " A educação de milionários : Tudo que você não vai aprender na faculdade sobre Como ser bem sucedido , a metade de todos os milionários são autônomos ou possuem seu próprio negócio .
Aproximadamente 7% das famílias em os EUA são milionários .
Aproximadamente 80% dos milionários atuais fizeram o seu próprio dinheiro (muitos investir em imóveis ) . Estima-se que a sua riqueza será completamente desaparecido dentro de uma ou duas gerações , devido à sua posteridade não saber como preservar e fazer crescer a sua riqueza .
(Dica: Para evitar este ensinar seus filhos sobre a gestão do dinheiro para ver " O Bauer Quadrant " livro na seção Top Resources.
A pesquisa mostra que os mais gerações que nascem nos Estados Unidos, a menos que sejam susceptíveis de se tornar milionários , porque eles se tornam demasiado habituados a um estilo de vida centrado no consumidor. Por outro lado, os imigrantes de primeira geração que vêm de outros países são o grupo com maior probabilidade de as pessoas se tornarem milionários e possuem seu próprio negócio .
A idade média para milionários é de 61 com 3050 mil dólares americanos em ativos. Nunca é tarde demais para começar a aprender a investir sabiamente.
20% dos milionários são aposentados . Os outros 80 % ainda estão trabalhando ativamente . ( Sidenote : O conceito de " aposentadoria " é um conceito relativamente novo, as pessoas que não permanecer ativo fazendo algum tipo de trabalho tendem a morrer mais rápido do que as pessoas que permanecem ativos. .
A marca de carro comprado na maioria das vezes por milionários é Ford. Milionários sabem que os carros são um ativo sofrendo depreciação e tendem a colocar seu dinheiro em ativos apreciando .
Fumar é ruim para a sua carteira também. A pessoa que fuma três maços por dia por 46 anos (se eles viveram tanto tempo enquanto fumava ) poderia ter tomado esse dinheiro e reinvestidos ele mais de 46 anos, e poderia ter ganho até US $ 2 milhões de dólares.
Muitos milionários não vive em áreas mais abastadas . Viver abaixo de seus meios é uma parte essencial da construção de riqueza a longo prazo .
1 em cada 5 pessoas em Singapura são milionários.
Para resumir: As características comuns dos milionários incluem viver frugalmente abaixo de suas possibilidades, são autônomos ou possuem seu próprio negócio , planejar e estudar investimentos , são self-made e, frequentemente, não se destacam na faculdade (se é que ainda fui para a faculdade ) .

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Arquitetura


A impressionante Casa estática em Jacarta, Indonésia [30 fotos ]

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A impressionante Casa estática em Jacarta, na Indonésia é projetada pelo escritório de arquitetura TWS & Partners . A incrível casa com  800 metros quadrados ( 8.600 + pé quadrados) , 4 quartos c casa possui dois pátios magníficos que ajudam a maximizar o espaço ao ar livre a partir de dentro . Há até uma linda piscina que ajuda a refletir a luz natural durante o dia.   A magnífica propriedade , divirta-se!


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 Todas as fotografias de Fernando Gomulya


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O material utilizado neste edifício tem um esquema de cores terrosas leve e brilhante para conseguir um meio natural de vida , contemplativo e sereno.
Usando um estilo moderno, simples e minimalista de mobiliário, TWS & Partners criou uma paleta quente , combinando peça étnica e clássico de móveis de decoração e obras de arte. O piso de mármore na sala de estar e sala de jantar ato público como um fundo para o sofá de couro branco, e combina com o pé lâmpada Ligne Rosset e vidro moderno e mesa de café de aço inoxidável.
O custom made , a principal porta de entrada de madeira foi feita por Kayun ( artista de madeira de Bali) , e foi projetado com padrão floral específico para refletir o pátio interior.
A mesa de jantar também é feita a partir de um pedaço de madeira natural acabado e é justaposta com antiguidades decorativas , armários chineses estabelecidos em frente ao cáqui, revestimento de papel de parede.


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All photographs by Fernando Gomulya


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Todas as fotografias de Fernando Gomulya

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Todas as fotografias de Fernando Gomulya


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 Arquitetos : TWS & Partners
- Fotografia : Fernando Gomulya
- Primeiro visto em Arch Daily


sábado, 15 de fevereiro de 2014

Nova York mantém aquecido mercado imobiliário

Nova York mantém aquecido mercado imobiliário
Valorização média é de 11% no preço por m2

Após a crise americana de cinco anos atrás, o ramo imobiliário de Nova York volta a ficar aquecido e chamar atenção, com mais de quatro mil negócios fechados. De acordo com o relatório divulgado pela imobiliária Corcoran, localizada em Nova York, este é o maior volume de atividade registrada desde a queda do mercado.
Com dois novos megaempreendimentos em fase de lançamento, o Greenwich Lane, localizado no bairro de Greenwich Village, e o One Riverside Park, em Upper West Side, ambos com mais de 200 unidades, a empresa espera aproveitar este aquecimento. Os apartamentos custam entre US$ 1 milhão e US$ 20 milhões de dólares, com diferentes modelos de unidades localizados no mesmo condomínio, ou seja, o cliente pode comprar um imóvel mais acessível e morar ao lado de uma pessoa com um apartamento de valor bem mais elevado.
O número de negócios fechados também impressiona, ainda mais quando comparado à oferta de imóveis, que é 63% menor do que no ano de 2009, o que resultou em uma valorização média de 11% no preço por m2 nos últimos 12 meses.
Com base nisto, há um grande aumento na aquisição desses imóveis por brasileiros, que encontram neste mercado uma opção de investimento. Segundo Frederico Gouveia, corretor da Corcoran e parceiro da Elite International Realty, imobiliária sediada em Miami, essa é uma categoria de clientes que chama a atenção, investidores que apostam na valorização dos imóveis a médio e longo prazo. Outros três perfis predominantes de compradores são os de famílias com filhos que pretendem cursar faculdade em Nova York, casais aposentados que visitam a cidade com frequência e empresários que viajam muito a negócios e optam por ter um imóvel na cidade, a fim de terem mais conforto. Atualmente, o preço do m2 está em torno de US$ 13 mil em Manhattan.
Sobre a Elite International Realty
Fundada em 1994 por um empreendedor brasileiro, a Elite International Realty é especialista em compra, venda e aluguel de imóveis comerciais e residenciais nas cidades de Orlando, Miami e Nova York, nos EUA. Para facilitar o contato dos clientes com a empresa na hora de buscar um investimento em imóveis, a imobiliária possui representantes em diversas capitais da América Latina, como: São Paulo, Rio de Janeiro, Caracas, Cidade do México, Bogotá, Cali e Lima. Atualmente, a empresa conta com profissionais experientes e bem equipados para atender clientes de alto padrão, garantindo os melhores resultados no serviço imobiliário. Mais informações



Mercado imobiliário cresce no Amapá

Há poucos anos, surgiram prédios verticais em Macapá, mas agora quem reina absoluto são os empreendimentos residenciais horizontais, que parecem ter chegado para ficar na capital amapaense. Os 398.204 mil habitantes consolidam a cidade como foco de expansão e com potencial crescimento econômico. Esses atributos atraem investimentos de diversos setores, principalmente do imobiliário, devido à demanda por moradia.
Macapá é uma das capitais de maior desenvolvimento econômico e populacional. A cidade teve um crescimento acima da média nacional nos últimos quatro anos, sendo de 11% de 2009 a 2011 e de 7,45% de 2011 a 2013, segundo dados oficiais. Esses números atraíram a atenção da Cipasa Urbanismo, que lançou em novembro de 2013 o empreendimento residencial Verana Macapá.
A empresa, com sede em São Paulo, apresentou um crescimento de 15% em 2013, lançou 18 empreendimentos em nove estados, e teve um Valor Geral de Vendas (VGV) total de R$ 600 milhões. Em 2014, a Cipasa projeta lançar 20 empreendimentos nas regiões AL, BA, ES, PA, PB, PI, RJ, RS, SE, SP com um VGV de $ 650 milhões a 700 milhões.
A chegada da empresa marcou o lançamento de um novo conceito de projeto urbanístico na região, que alia infraestrutura completa, segurança planejada, lazer e área cercada por natureza, atributos que atendem às necessidades dos moradores mais exigentes. “A Cipasa Urbanismo aproveita essa oportunidade para trazer o melhor em qualidade de vida para os moradores de Macapá, sempre respeitando a cultura local e o meio ambiente”, disse o diretor de urbanismo da empresa, Ivo Szterling.
Com investimento calculado em R$ 26 milhões, o Verana Macapá está localizado na Rodovia JK, próximo ao Monumento Marco Zero, à Universidade Federal do Amapá, ao Amapá Garden Shopping e ao Parque Zoobotânico. Com 476 lotes a partir de 300 m², o empreendimento conta com mais de 287 mil m² reservados para áreas verdes e de lazer.
Segurança - O controle de acesso ao espaço será feito por catracas nas portarias e cerca elétrica no perímetro do fechamento. “Um projeto de segurança foi pensado para o empreendimento, o que garantirá tranquilidade para as famílias do local”, afirma Yannis Junior, diretor comercial da Cipasa Urbanismo. As residências construídas deverão atentar às normas construtivas que visam dotar o empreendimento de uma ocupação urbanística harmônica, preservando um alto nível de qualidade da paisagem. Para isso, todos os proprietários receberão um Manual Técnico de Projetos e Obras.
Lazer - Um dos pontos fortes do Verana Macapá são opções de lazer próximo à natureza. Dentro do projeto, serão construídos: estação de alongamento, de ginástica, praça com playground, solarium, piscinas adulto e infantil, deck molhado, campo de futebol society, quadras poliesportiva, quadra de tênis, quiosque com churrasqueira, salão de festa, área de fitness, varanda lounge, bar, área de jogos e estar. “Todas as áreas comuns serão entregues, equipadas e mobiliadas de acordo com o memorial descritivo do empreendimento”, garantiu Ivo.
A qualidade da infraestrutura é um dos grandes diferenciais do Verana Macapá. Estão contemplados no residencial, pavimentação, rede de energia elétrica, drenagem profunda com galerias pluviais, guias e sarjetas, rede de distribuição de água e rede de coleta e tratamento de esgoto. “Tudo foi adaptado às características do local, às especificações técnicas dos órgãos competentes e às necessidades do dia a dia dos futuros moradores”, completou o diretor de urbanismo da empresa.
Sobre a Cipasa Urbanismo: A Cipasa atua no mercado de loteamentos há 23 anos. Atualmente, possui em seu portfólio mais de 190 projetos lançados ou em desenvolvimento, divididos em mais de 115 milhões de metros quadrados urbanizados. A empresa está presente em 20 estados brasileiros e busca excelência em todos os loteamentos e bairros inteligentes que desenvolve, desde a escolha do terreno até a entrega dos lotes, oferecendo o melhor em qualidade de vida para cerca de 30 mil famílias.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Preço de imóveis usados cresce 10,1% em Curitiba

Estudo do Secovi aponta o crescimento de 18% no número de ofertas de vendas de imóveis comerciais

O mercado curitibano de venda de imóveis residenciais usados fechou janeiro com a variação de 0,33% no valor ofertado, com relação ao mesmo período do ano passado. Já no acumulado de 12 meses, o valor chegou a 10,1%, ou seja, uma diferença de quase cinco pontos percentuais na comparação com o IGPM do período, que ficou em 5,66%.
“A média dos valores encontrados na capital paraense ficou muito parecida com o que vemos nas demais capitais do país”, frisa o presidente do Inpespar e vice-presidente de economia e estatística do Secovi, Luiz Fernando Gottschild. O dado faz parte do estudo realizado mensalmente pelo Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), que faz parte do Sistema Secovi, que há 20 anos realiza este tipo de levantamento.
De acordo com Gottschild, o crescimento no número de ofertas nesse setor atingiu o nível de 18% nos imóveis comerciais e 2% no caso dos residenciais, na comparação de janeiro ao mesmo período do ano passado.
Com relação aos imóveis comerciais, a média de preços ofertados medida em janeiro, em comparação com o mês anterior, apresentou uma variação de 1,28%. Já no acumulado dos 12 meses, a variação observada chegou aos 17%. 

Segundo Gottschild, o centro ainda concentra a maior oferta de imóveis comerciais, cerca de 23% do total. “Depois da região central, os bairros do Boqueirão (5,3%), Água Verde (5%), o Batel (4,9%) e o Xaxim (3,8%) concentram os maiores estoques”, explica. De acordo com ele, a estimativa de negociação deste tipo de imóvel não teve variação significativa na comparação de janeiro de 2014, quando foram negociados 38 imóveis, com janeiro de 2013, que teve 36 vendas.
O índice de Venda de Usados Sobre Oferta (VUSO) para os imóveis residenciais fechou janeiro em 4,5% não apresentando alteração significativa em janeiro de 2013 (4,9%). Com relação à velocidade de venda de usados, o IVVU médio foi de 118 dias. A venda mais rápida ficou com os apartamentos, que teve média de 108 dias.
Já com relação ao VUSO comercial, o índice de janeiro deste ano ficou em 4,4% enquanto o do mesmo período de 2013 foi de 4,9%.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Após boom, BH vê queda no lançamento de imóveis


ações viveram uma explosão na capital mineira entre os anos de 2010 e 2011
PUBLICADO EM 07/02/14 - 04h00
Os lançamentos de apartamentos em Belo Horizonte vêm caindo desde 2011, segundo pesquisa realizada pela Geoimovel em parceria com a Câmara do Mercado Imobiliário/Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG). Em 2013, o número de empreendimentos reduziu 69,75% em comparação com 2011. Comparando-se com 2012, o recuo chega a 43,05%. Foram 2.933 unidades lançadas, enquanto em 2012 o total chegou a 5.151.
 

O presidente da CMI/Secovi-MG, Evandro Negrão de Lima Júnior, frisou que é natural a redução de lançamentos depois do boom vivido pelo setor entre os anos 2010 e 2011. “O boom acontece num curto período de tempo. E 2013 foi um ano de ajuste entre a oferta e a demanda”, analisa.
Para 2014, o dirigente não aposta numa queda substancial dos lançamentos. “Acredito que possa ser até mesmo um pouco superior à quantidade de 2013. Afinal, há projetos que foram represados no ano passado e que devem sair neste ano. Além do mais, ainda existe demanda no mercado”, justifica.
Ainda conforme o estudo, as vendas foram perdendo fôlego desde 2010. Naquele ano, das unidades lançadas, 93% foram comercializadas. No ano seguinte, caiu para 85%. E, em 2012, o resultado foi positivo, embora um pouco menor na comparação com o ano anterior (81%). Já em 2013, pouco mais da metade do total de apartamentos lançados pelas construtoras e incorporadas na capital (54%), 1.624, foram comercializados. As empresas mantiveram 1.309 (45%) em estoque até o fim do ano passado. De 2010 a 2013, das 27.087 unidades residenciais e comerciais lançadas na capital, 4.353 permaneceram em estoque.
Em número de quartos, os lançamentos que dominaram o mercado no ano passado foram os que contam com três dormitórios (1.479), seguidos pelas unidades de dois quartos (784) e de quatro (557). Os lançamentos de um dormitório somaram 113 unidades.
Preço. No que se refere ao valor dos imóveis, a maior parte dos apartamentos que foram lançados em Belo Horizonte no ano passado custava de R$ 301 mil a R$ 500 mil, num total de 1.124 unidades inauguradas.
Apesar do mercado menos aquecido na comparação com os anos anteriores, o presidente da CMI/Secovi-MG não aposta em redução dos preços dos imóveis neste ano. “Eles devem subir, mas não muito. Deve ficar um pouco acima da inflação”, diz.
Comerciais
Outra realidade. Os imóveis comerciais vivem outra realidade na capital, com aumento de lançamentos. Em 2010, foram 424. Em 2013, somaram 1.270. Em 2012, o número de lançamentos chegou a 1.583.
 
Imobiliária vê acomodação de preços em 2014

O ano de 2014 deve ser marcado pela “acomodação” dos valores dos imóveis residenciais em Belo Horizonte, segundo o sócio diretor da RE/MAX Class, Bráulio Quintino. “É o mercado se ajustando à demanda”, diz. Ele ressalta que a empresa conseguiu bons resultados no ano passado, com atuação também fora da capital. “As transações em 2012 foram maiores, mas ainda assim nosso resultado ficou acima do esperado”, diz.

Em 2013, os imóveis mais procurados na empresa custavam de R$ 300 mil a R$ 450 mil. Já na região metropolitana, boa parte da demanda foi por unidades que variam de R$ 180 mil a R$ 220 mil. Os municípios próximos da capital são a grande aposta do presidente da Câmara do Mercado Imobiliário (CMI), Evandro Júnior 
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