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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Este hotel em Singapura tem o mais legal Sky Gardens sempre


Este hotel em Singapura tem o mais legal Sky Gardens sempre


Desenhado por woha Architects , o PARKROYAL em Pickering Hotel em Cingapura apresenta seis incríveis jardins do céu que estão suspensas em cada quarto nível entre os blocos de quartos de hóspedes.   
PARKROYAL em Pickering é um conceito de hotel-em-um-jardim que incorpora recursos de economia de energia em toda a propriedade, incluindo os jardins do céu "zero energia". A concepção do projeto sustentável e esforços verdes ganharam o hotel do BCA Green Mark Platinum , de Cingapura mais alta classificação verde, bem como o Pioneer Award solar para o seu sistema inovador de energia solar. 
O hotel recentemente comemorou é aniversário de um ano. Nesse tempo, o hotel ganhou mais de 12 prêmios de prestígio por sua arquitetura e sustentabilidade, incluindo: do presidente Design Award, título de "Melhor Hotel Architectural Design" no Property Awards da Ásia do Sudeste, FIABCI Cingapura Award propriedade na categoria Hotel eo 2013 HICAP Sustentável Hotel Award (Project Design Sustentável). A propriedade também foi nomeado o "Hotel do Ano" com a notícia Arquitetura mundial Awards.
O hotel 367 quartos custou US $ 350 milhões para construir e apresenta 15.000 metros quadrados (161.459 pés quadrados) de vegetação em cascata, espelhos d'água, cascatas, muros e plantador de quatro andares céu movido a energia solar de alta jardins, constituindo mais do que o dobro de sua área de terra .
[Via ArchDaily

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Jade Mountain rua.  piscina infinita lucia cada quarto (19)





sexta-feira, 21 de março de 2014

ECONOMIA NA GAIA


Austrália examina lei de investimento após compras da China


Segundo o Credit Suisse, 18% e 14% dos novos imóveis de Sydney e Melbourne, respectivamente, foram adquiridos por investidores chineses

Um comitê do parlamento da Austrália examina as lei de investimento estrangeiro depois de investidores chineses gastarem mais de US$ 5,408 bilhões no setor imobiliário no ano financeiro passado (que terminou em junho), divulgou nesta segunda-feira a imprensa australiana.
Segundo relatório do banco Credit Suisse, 18% e 14% dos novos imóveis de Sydney e Melbourne, respectivamente, foram adquiridos por investidores chineses e a expectativa é que eles destinem US$ 39,661 bilhões até 2020, informou a emissora australiana ABC.
O relatório acrescentou que os investidores chineses muitas vezes estão dispostos a pagar mais caro do que o valor de mercado, o que provocou um aumento de preços.
A presidente do Comitê de Economia Doméstica do parlamento australiano, Kelly O'Dwyer, disse esta segunda-feira à ABC que as preocupações estão focadas em conferir se esses imóveis "estão sendo ocupados" ou não.
A legisladora explicou que o comitê legislativo tenta esclarecer se as leis e a regulamentação estão sendo respeitadas ou há uma distorção no setor imobiliário provocada pelos investimentos chineses.
A maioria dos investidores estrangeiros são limitados a comprar edifícios recém construídos para evitar que estas aquisições afetem a disponibilidade de imóveis ou provoquem o aumento excessivo dos preços impedindo a compra pelos residentes no país
EFE - Agencia EFE - Todos os direitos reservados

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

“Falta de clareza na lei é um dos maiores gargalos do setor imobiliário


Em entrevista exclusiva para o MM, executivo da João Fortes diz que problema é muito comum no mercado



Insegurança jurídica. Este é um dos maiores gargalos do setor imobiliário. A falta de clareza nas leis de uso de ocupação do solo, nas exigências das contrapartidas e, em muitos casos, a contestação de projetos já licenciados, muitas vezes por motivação política, são gargalos que ainda travam o setor, conforme disse nesta quinta-feira aoMONITOR MERCANTIL o diretor nacional de Negócios da João Fortes Engenharia, Luiz Henrique Rimes, para quem todos esses aspectos têm paralisado empreendimentos iniciados em diversas cidades. “Muitas vezes isso ocorre com empreendimentos já aprovados pelas prefeituras. Esse não é um problema da João Fortes, mas isso é muito comum no mercado, infelizmente.”
Em sua opinião, esse é um problema estrutural brasileiro. A iniciativa privada, segundo ele, não tem mecanismos para resolver esses problemas. E acrescentou que, se o setor tiver uma maior participação das entidades que os representam, poderá levantar o problema para uma discussão com os setores públicos.
“Há ainda outras soluções como apresentar às associações de moradores os projetos de empreendimentos que gerem maior impacto. Discutir e pensar em soluções conjuntas; criar regras claras para aprovação de projetos para evitar dupla interpretação e reunir os órgãos numa espécie de balcão único de aprovação para acelerar o processo de licenciamento, e promover uma aproximação com as concessionárias de serviços ou mudar o modelo de concessão a fim de acelerar a execução das obras de infra-estrutura.”
Rimes fez questão de explicar que a João Fortes Engenharia construiu mais de 500 edificações no país. Ao longo dessas décadas, diz, foi responsável pela construção de cerca de 10 milhões de metros quadrados em empreendimentos comerciais, residenciais e shopping centers. E acrescentou que, de 2008 a 2013, foram lançados 18 empreendimentos comerciais e 51 residenciais, totalizando 69 em cinco anos. Isso sem mencionar que a companhia tem atuado recentemente em cidades como Rio, Niterói e Brasília, além de Cabo Frio, Petrópolis, Macaé, Salvador e Juiz de Fora.
Já no mercado de shopping centers, disse que a empresa inaugurou em dezembro de 2011 a sua primeira unidade, o Shopping Park Europeu, em Blumenau (SC). Em dezembro de 2013, abriu ao público o Shopping Park Lagos, em Cabo Frio (RJ), o primeiro na Região dos Lagos. Em novembro do ano passado, a companhia lançou o seu terceiro empreendimento, o Shopping Park Sul, que será construído em Volta Redonda (RJ).
Fundada em 1950, a João Fortes Engenharia é uma das empresas mais tradicionais no país no mercado de incorporação e construção. Em julho de 2007, através de oferta pública para aquisição de controle acionário, a empresa Sociedade Brasileira de Organização e Participações Ltda. (Sobrapar) assumiu o seu controle. Esse foi o marco do início da nova gestão da companhia com o seu atual formato.
Em entrevista exclusiva ao MM, o diretor nacional de Negócios da João Fortes Engenharia, Luiz Henrique Rimes, faz uma análise do mercado imobiliário, fala sobre projetos da empresa, que gera cerca de 900 empregos diretos, entre outros assuntos.

MONITOR MERCANTIL - Quais são os planos de investimento da João Fortes para este ano?
Luiz Henrique Rimes - A companhia continuará apostando nos mercados do Rio de Janeiro, Salvador e Brasília. Nessas praças teremos cerca de 15 lançamentos, entre residenciais e comerciais.

Esses investimentos na comparação com o ano passado é maior ou menor?
- Em 2013, foram 17 lançamentos e a novidade foi a entrada na cidade de Juiz de Fora (MG). Estamos sendo mais cautelosos para este ano. Achamos que o mercado não terá a expansão que teve no ano passado.

Poderia citar os novos empreendimentos?
- Acabamos de lançar no Rio de Janeiro um empreendimento residencial no Recreio dos Bandeirantes, o Mares de Goa. O empreendimento, que será entregue totalmente pronto para morar, terá enxoval completo, de armários a eletrodomésticos, incluindo fogão, geladeira, televisão, sofá, mesa de jantar, além de diversos outros itens. Serão três edifícios com apartamentos térreo, os chamados garden apartments, apartamentos tipo do 2º ao 5º pavimento, os chamados de apartments, e as coberturas duplex com dependências, as chamadas penthouses. As 234 unidades variam entre 54m² e 172m². O Mares de Goa será construído em um terreno com quase 7 mil m², localizado na Av. das Américas, 19.050, em frente ao Shopping Recreio e pertinho da praia. Haverá infra-estrutura para segurança 24 horas, além de lazer completo com piscina infantil, piscina adulto, raia, deque molhado, solário, sauna com mergulho para a piscina, fitness, sanitários, cascata, salão gourmet, playground, business center e ainda bicicletário no subsolo. O empreendimento funcionará como Hospitality Center da mídia para as Olimpíadas de 2016. O valor geral de vendas deve bater R$ 136 milhões. Nosso próximo lançamento será em Brasília.

Poderia fazer uma análise do mercado imobiliário do Rio?
- O Rio de Janeiro está experimentando um grande crescimento econômico por conta do pré-sal, pólos industriais, revitalização do Porto, Copa e Olimpíadas. Os investimentos estrangeiros têm trazido muitos executivos e profissionais de alto nível para a cidade. Como as áreas da cidade que seriam a tendência natural para essas pessoas virem morar, como a Zona Sul e Barra da Tijuca, já são bem restritas, com pouca área para expansão, existe uma pressão maior que a oferta, valorizando essas regiões. Ao mesmo tempo, esse público já começa a buscar novas soluções. Hoje já é possível verificar um movimento de pessoas que estão buscando moradias em lugares que antes eram apenas apostas de lazer e veraneio, como a Região Serrana. Já fizemos dois lançamento em Petrópolis e posso dizer que foi uma boa aposta. Um deles foi totalmente vendido em menos de um mês.

Segundo alguns economistas, há ou não uma bolha no setor em função da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos?
- Eu discordo que os preços dos imóveis se tornaram irreais, como alguns têm apontado. Nos últimos 25 anos, até 2005, o mercado imobiliário no Brasil ficou praticamente estagnado, perdendo comparativamente espaço para as principais capitais do mundo que tiveram, desde 1990, um crescimento bastante acelerado de volume e preço, inclusive bem maior do que já tivemos até agora. Essa explicação justifica o crescimento, olhando pelo ângulo simplesmente de comportamento de mercado, que tende a se ajustar no longo prazo. Olhando pelo ponto de vista de crescimento da economia, vejo uma tendência de crescimento da procura principalmente nos imóveis de média e alta renda em alguns estados, e o Rio de Janeiro é o principal deles. A razão disso são os investimentos já programados vinculados aos pólos industriais, petroquímicos e outros que gerarão cerca de 100 mil novos empregos no Rio de Janeiro, apenas em cidades como Itaboraí, Itaguaí e Maricá, nos próximos cinco a 10 anos, sendo em sua maioria em empresas de estrutura de mão-de-obra extremamente qualificadas

Também de acordo com economistas, comprar apartamento agora é jogar dinheiro fora, pois os preços estão superfaturados em função desses eventos. Isso é ou não verdade?
- O investimento imobiliário é hoje uma excelente opção para quem tem dinheiro para aplicar e quer diversificar a carteira de investimentos. Mas, sem dúvida, pode ser a primeira forma de aplicação por se tratar de um investimento que pode ser diluído em até 35 anos de financiamento, podendo ser feito tanto em bancos com a própria incorporadora. Com o retorno financeiro, é possível revender e ganhar sobre a valorização do mercado imobiliário, mesmo antes da conclusão da obra, assim como também é possível alugar e aguardar o melhor momento para a venda. É um investimento seguro, que se o mercado imobiliário estabilizar ou tiver uma queda não irá pesar no bolso do investidor. O mercado imobiliário continua com muita segurança, liquidez e rentabilidade. Como todo investimento, precisa ser bem avaliado, porque nem todos os imóveis terão valorização acima da inflação.

A Zona Portuária do Rio, que está recebendo grandes obras, é uma boa opção para se investir no mercado imobiliário?
- Com visão de longo prazo, sem dúvida alguma. O Porto Maravilha é o que se espera para o futuro de uma cidade como o Rio de Janeiro. Será o mais moderno e sofisticado agrupamento de empreendimentos comerciais, com sedes de grandes empresas e forte potencial turístico, além de ótima opção para empreendimentos residências. A região, que já está sendo revitalizada, terá toda a infra-estrutura para atender à demanda de grandes empresas, com reurbanização de calçadas, ciclovia e o VLT, que irá facilitar o acesso ao metrô, trens, barcas, aeroporto e rodoviária.
A João Fortes Engenharia está construindo o Porto 1 Rio Corporate. Localizado em um terreno de 5.805 m² na Rua Almirante Mariath, próximo ao Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into, onde era o antigo Jornal do Brasil), no Porto do Rio, o empreendimento comercial de alto padrão foi desenhado para atender necessidades de grandes e médias empresas com diversos tipos de negócios, principalmente aquelas voltadas à exploração do petróleo na área do pré-sal. O Porto 1 estará inserido no novo pólo nervoso da cidade, em um dos metros quadrados mais valorizados do país e com uma bela vista para a Baía de Guanabara.
Nosso novo empreendimento comercial contará com 32 espaços corporativos de 525 m² a 643 m², com possibilidade de interligação entre eles. No pavimento de acesso serão inauguradas duas lojas: uma com 99 m² e outra de 481 m². Quatro pavimentos oferecerão 394 vagas de estacionamento, inclusive para visitantes.

Essa revitalização que o governo municipal está fazendo no centro da cidade vai beneficiar o setor?
- Sim. Beneficia na medida em que cria uma nova área para investimentos do setor. Mas é preciso cautela, pois da oferta é grande e vai demorar alguns anos para ser absorvida.

Além do Centro, quais outras áreas em que o setor pode investir?
- Além da região naturalmente de expansão da cidade, como Recreio dos Bandeirantes, os bairros já consolidados da Zona Norte são uma excelente opção. Acreditamos também nos municípios de médio porte, principalmente aqueles que servem de cidade-dormitório para a capital, como aqueles que sofrem de influência direta dos investimentos acima citados.

Marcelo Bernardes

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Cyrela anuncia parceria com o ícone de design italiano Pininfarina


luxo e sofisticação permeiam projeto que deve ser anunciado em breve, com VGV de R$ 100 milhões.
Seguindo sua essência e à procura de referências para fornecer a melhor experiência ao cliente, a Cyrela Brazil Realty anuncia uma parceria inédita com a renomada casa de design italiano Pininfarina, para o primeiro lançamento assinado pela marca de design em São Paulo, o "Cyrela by Pininfarina", com VGV (Valor Geral de Vendas) estimado em R$ 100 milhões.
A iniciativa tem potencial para se tornar ponto de referência na cidade de São Paulo, com a exclusividade do design único e a sofisticação que permeia os empreendimentos da Cyrela. "Encontramos na Cyrela um parceiro que acredita no design como uma ferramenta para oferecer a melhor experiência ao cliente", diz Paolo Pininfarina, presidente do Grupo Pininfarina. "O resultado será um projeto muito exclusivo e excepcional".
Pininfarina também é famosa por assinar carros customizados e de edições limitadas em colaboração com marcas como Ferrari, Rolls Royce, entre outros. É uma referência quando se trata de projetos sob medida, que combinam o melhor do design italiano e a constante inovação, com o objetivo de mostrar um projeto nunca visto antes. Dentre os trabalhos arquitetônicos assinados pela casa italiana de design, estão o vencedor Millecento e Beach Walk, em Miami (EUA), Ferra, em Singapura e o Estádio do .
"Nossa intenção é encantar o cliente com um produto cheio de detalhes, mais surpreendente, assinado por profissionais de renomes aqui e mundo afora. Nosso projeto juntos será algo nunca visto antes no Brasil", diz Ephraim Horn, diretor de negócios da Cyrela, que também aponta que essa é a primeira parceria de outras que serão anunciadas em 2014.
Com um lobby integrado e áreas assinados por nomes como Benedito Abbud (paisagismo), MCAA Arquitetos (projeto arquitetônico) e Carlos Rossi (decoração das áreas comuns), o Cyrela by Pininfarina terá 92 unidades no padrão loft (4 por andar), divididas em 22 pavimentos, duplex. Tudo isso em uma única torre.
"O projeto tem a intenção de se tornar um ponto de referência, um ícone no cenário arquitetônico de São Paulo", afirma Paolo Trevisan, gerente de design da Pininfarina Extra, que assina a fachada, o lobby e a garagem do projeto. "Eu, particularmente, estou orgulhoso com o resultado, uma vez que combina um forte caráter com a capacidade de ser inserido harmoniosamente no estilo de vida de São Paulo", ressalta o executivo.
Perfil - A Cyrela Brazil Realty é uma incorporadora com 50 anos de história. Mais de 200 mil famílias optaram por morar, ou investir, em empreendimentos realizados pela companhia que preza pelo alto padrão de engenharia, solidez financeira e credibilidade. Por seus valores, realizações e trajetória inovadora, a Cyrela construiu um nome respeitado e tornou-se sinônimo de qualidade com 181 canteiros de obras em andamento em todo o país.
Atualmente, emprega mais de 10.300 colaboradores diretos e investe constantemente em pessoas por meio da sua Universidade Corporativa e programas de responsabilidade social. Uma empresa que valoriza os bairros onde atua por meio de melhorias urbanas, cuida do meio-ambiente ao praticar ações sustentáveis em seus empreendimentos e que, acima de tudo, melhora a vida das pessoas.
Fonte: Revista Portal Brasil, 13/02/14

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Caixa apresentará novidades e perspectivas do mercado imobiliário para 2014

Andre Farinha
 
Mostrar as novidades oferecidas pela Caixa Econômica Federal (CEF) no setor imobiliário, bem como as perspectivas e as oportunidades de negócio com o orçamento fornecido pelo banco, além de seus novos produtos. Estes são os principais objetivos a serem atingidos na palestra “Mercado Imobiliário do Mato Grosso do Sul – Oportunidades de Negócios”, que será ministrada pelo superintendente regional da CEF, Paulo Antunes de Siqueira.
O evento acontecerá nesta quinta-feira (06), a partir das 19 horas, no auditório do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Mato Grosso do Sul (CRECI/MS), localizado na Rua Rio Grande do Sul, 174, no centro de Campo Grande.
De acordo com as informações, para os interessados em participar da palestra, é necessário acessar o site http://www.crecims.com.br, acessando o banner “Ciclo de Palestras”, para ter direito ao ingresso, o interessado deve reservar sua vaga e entregar, durante o evento, um quilo de alimento não perecível.
O evento será direcionado aos corretores de imóveis, empresários do ramo imobiliário e população em geral. Ainda conforme o CRECI/MS, a palestra será teletransmitida pelo site da entidade.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Digitalização de documentos chega ao mercado imobiliário

Digitalização de documentos chega ao mercado imobiliário

Em alguns setores, a digitalização de documentos e serviços está avançada, em outros nem tanto. Com o tempo, a expectativa é de que a maioria das questões possam ser resolvidas pela internet. Nesse contexto, o mercado imobiliário avança e, a partir de julho de 2014, todos os cartórios registradores de imóveis serão obrigados a utilizar uma plataforma on-line.
Atualmente, se um comprador reside na cidade X, mas o imóvel se encontra na cidade Y, ele precisa se deslocar até o registro de imóveis da cidade Y para solicitar a matrícula e verificar se o bem não possui pendências jurídicas. Com a plataforma, qualquer pessoa poderá fazer o trâmite pela internet.
A lei 11.977/2009, que estipula a digitalização, é nacional. O país possui 3.454 cartórios de registros de imóveis. De acordo com o Instituto de Registro Imobiliário do Brasil, a expectativa é que mais de 60% consigam digitalizar os processos. O sistema também favorecerá a integração de informações.
Em entrevista ao Jornal Gazeta do Povo, o diretor de registro de Imóveis da Associação Nacional dos Registradores no Paraná (Anoreg-PR), João Carlos Kloster, afirmou que a transição é natural. “Já se fazem tantas operações pela internet, como compras, operações bancárias e reservas de hotéis, por exemplo, que a migração é natural, não seria diferente com os imóveis”.

Certamente, as transações imobiliárias serão realizadas com menos burocracia e maior rapidez, facilitando a vida dos compradores, proprietários e dos corretores de imoveis.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Onde a euforia é ainda maior


Exame, Daniela Rocha, 31/jan

Há pouco mais de três anos, corretores de imóveis chegavam a distribuir senhas a clientes que se acotovelavam nos estandes de vendas de prédios em construção. O número dava direito a comprar um - e apenas um - apartamento disponível. A procura era tão grande que prédios inteiros eram vendidos em horas. Quem comprava na planta para revender depois de pronto ganhava dinheiro. E isso valeu para o país inteiro, quase de forma indiscriminada. Mas, hoje, o que se vê é uma situação totalmente diferente. No fim de 2013, os corretores tiveram de inventar formas de atrair gente para visitar os estandes - até sorteio de aparelhos de TV estava valendo. Isso é evidência de uma nova fase do mercado imobiliário: sobretudo, uma fase em que os preços deixaram de subir sem parar em qualquer ponto de qualquer cidade. Uma pesquisa inédita da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que analisou o valor dos imóveis em bairros de 11 cidades do país nos últimos três anos, mostra que há regiões em que os preços subiram mais de 100%; em outros lugares, no entanto, a alta não passou de 10% - menos, portanto, que a inflação acumulada de 19% no período. Para quem quer investir nesse mercado, analisar o que os bairros que mais valorizaram têm em comum pode ajudar a escolher o que e onde comprar.

A principal conclusão da pesquisa é que os bairros que costumam ser o sonho de consumo dos moradores de cada cidade não são os que mais valorizam. Entre novembro de 2010 e novembro de 2013, as maiores altas ocorreram em regiões de classe média ou média baixa - mas que estavam passando por algum processo de revitalização. E o caso da Praça da Bandeira, na Zona Norte do Rio, e da Sé, em São Paulo, onde o preço dos imóveis subiu 113%. Na Praça da Bandeira, a alta ocorre após o início de obras que fazem parte dos planos de melhoria para a Olimpíada e a Copa do Mundo, como a construção de corredores de ônibus e de piscinões para tentar evitar enchentes. Também contribuiu a instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em favelas próximas. O bairro fica perto do Centro do Rio, outro local que passa por revitalização, com o projeto do Porto Maravilha, que prevê a construção de prédios comerciais, residenciais e hotéis numa área antes marginalizada. Os preços, no Centro, aumentaram 100% em três anos. "Apartamentos de 50 a 70 metros quadrados têm sido bastante procurados porque há muita oferta de transporte público na região", diz Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi carioca, que reúne corretoras e administradoras de imóveis.

Movimentos parecidos têm ocorrido em São Paulo e em Recife. Na capital paulista, em bairros da região central, como Bom Retiro, Luz e Sé, a prefeitura tem reformado praças e dado descontos em impostos e taxas a incorporadoras que decidam construir na Além disso, alguns prédios antigos estão sendo reformados. Segundo corretores que atuam na região, apartamentos pequenos estão sendo comprados por investidores e alugados para estudantes (também em razão da boa disponibilidade de transporte) e para profissionais, como advogados e corretores de seguros, que trabalham perto do centro. Em Recife, o bairro em que os imóveis mais valorizaram foi Torre, que há alguns anos tinha terrenos vazios e casinhas antigas. Passou a receber lojas, escolas e empreendimentos novos, o que valorizou a região. No ranking dos 20 bairros onde os imóveis mais subiram de preço em três anos, há alguns já bastante caros, como Leblon e Urca, no Rio de Janeiro, Jardins, em São Paulo, e Santo Agostinho, em Belo Horizonte. De forma geral, a alta se deve à combinação entre a baixa oferta de imóveis e a grande procura.

E o que deve continuar subindo? Corretores, executivos de incorporadoras e gestores de fundos imobiliários apostam em bairros que estão recebendo linhas de metrô, novas avenidas ou que façam parte de projetos de revitalização. É o caso do Brooklin, na zona sul de São Paulo. Há uma linha de metrô em construção, shoppings, ciclovia, e seus prédios residenciais ficam próximos da região da avenida Luis Carlos Berrini, que concentra escritórios de empresas, bancos e consultorias. "No mercado de São Paulo, a combinação entre shopping, áreas verdes e metrô equivale a ter uma vista para o mar", diz Mirella Parpinelle, diretora da imobiliária Lopes. Outro bairro visto como promissor é Santa Teresa, no Rio, que também tem sido beneficiado pela instalação de UPPs. Com suas construções antigas, seus casarões tombados e seus restaurantes charmosos, Santa Teresa teve a terceira maior valorização imobiliária do país desde 2010, de 108% - e a disponibilidade de terrenos para novas construções é pequena. As regiões centrais de São Paulo e do Rio de Janeiro também são indicadas pelos especialistas, que acreditam que mais gente vai querer se mudar para esses locais quando as melhorias hoje em andamento estiverem concluídas. E uma aposta de resultado incerto. Quem ganhou dinheiro de verdade com a compra de imóveis nos últimos três anos investiu em áreas que pouca gente recomendava. A partir de agora, ganhos elevados só virão com aquela combinação que determina o sucesso de qualquer investimento: análise aprofundada e, claro, sorte. 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Calor provoca recorde de consumo de energia no Sudeste e Centro-Oeste


Na última terça-feira, a demanda máxima instantânea atingiu 49.227 megawatts

Agência Brasil
O calor, aliado à ausência de chuva, levou a uma quebra do recorde de consumo de energia elétrica no subsistema Sudeste/Centro-Oeste na última terça-feira, quando a demanda máxima instantânea atingiu 49.227 megawatts (MW).

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) o recorde ocorreu às 14h36. Na avaliação dos técnicos, "as temperaturas que vêm se mantendo altas nessa região, principalmente nas capitais do Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, foram o motivo do aumento na carga, aliada ao reinício da atividade produtiva brasileira".

No último dia 23, foi registrada a terceira quebra consecutiva do recorde de consumo no Sul e também do Sistema Interligado Nacional. Foram 17.315 MW às 14h19, e 83.307 MW às 15h24, respectivamente. Houve quebra do recorde também no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, onde a demanda atingiu 48.955 MW às 14h31.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Obras Ferroviárias


Construção de 21 mil km de estradas de ferro no Brasil abre oportunidades de execução de obras civis para construtoras nacionais. Terrenos do entorno das ferrovias tendem a valorizar

A retomada dos investimentos na malha ferroviária brasileira, após três décadas de estagnação, abre oportunidades para projetos de construção e duplicação de ferrovias e de recuperação da infraestrutura existente. As iniciativas já anunciadas para revitalização do setor somam aportes da ordem de R$ 147 bilhões até 2023. “Cerca de 70% das obras das ferrovias são civis”, afirma Vicente Abate, presidente da Abifer (Associação Brasileira da Indústria Ferroviária). A participação da construção civil abrange terraplenagem em grande escala, construção de pontes, viadutos, passagens inferiores, valetas, drenos e construção de superestrutura ferroviária.
O primeiro passo para as empresas que pretendem ingressar nesse nicho é obter o atestado de capacitação técnica. A dica é de Luiz Carlos Machado, superintendente de obras da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., administradora dos programas de operação da infraestrutura ferroviária nas ferrovias outorgadas a ela pelo Governo Federal. São cobradas ainda experiências no tipo de obra que será prestado e em projetos de grande porte, além de capital social compatível ao valor do projeto. “A vivência no setor ferroviário, apesar de não ser um pré-requisito, pode ser considerada um diferencial nos processos seletivos”, acrescenta Daher Filho.
Ainda que as demandas abranjam tanto as empresas de pequeno porte quanto as multinacionais, o diretor-executivo da ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários), Rodrigo Vilaça, garante uma maior absorção das organizações de maior representatividade na engenharia civil. “Até porque geralmente exige-se suporte econômico expressivo. As obras são de médio e longo prazos, os retornos não são imediatistas”, justifica. “Portanto, por uma característica das próprias obras ferroviárias, se tornam mais propícias as contratações das grandes empresas”, completa.
O desenvolvimento do setor ferroviário conta com o aporte financeiro e a participação direta das três esferas governamentais – federal, estadual e municipal – e do setor privado. “Enquanto os projetos metroviários estão sob gestão dos Estados, os veículos leves sobre os trilhos (VLTs) são gerenciados pelos municípios. Já o TAV (Trens de Alta Velocidade) e as obras de transportes de cargas ficarão a cargo de empresas privadas que conquistarem as concessões do Governo Federal. Há alguns projetos, no entanto, que permanecem no comando do Ministério do Transporte”, descreve Vilaça.
A Valec Engenharia, Construções e Ferrovias é a empresa responsável por gerir os projetos ferroviários pertencentes ao Governo Federal – tais como as ferrovias Norte-Sul e Oeste-Leste. Já a maioria das concessões do setor está nas mãos da Vale, Transnordestina Logística, América Latina Logística (ALL), MRS e Ferrovia Tereza Cristina.
Ao longo de 2010, a Valec prevê a contratação de aproximadamente 40 empresas da área de engenharia civil. “Neste ano, iremos construir cerca de 2.200 km de construção, o que demandará a abertura de 20 lotes de construção”, cita Machado. Por ser uma empresa pública, as contratações são realizadas por meio de licitações. “Ganham as organizações que atendam os pré-requisitos descritos nos editais e apresentem as melhores propostas financeiras”, enfatiza o superintendente, que calcula os valores médios dos contratos de R$ 450 a R$ 500 milhões. Ele orienta ainda que as interessadas fiquem atentas ao site da Valec, ao Diário Oficial da União e aos jornais de grande circulação.
Já as consorciadas, embora não trabalhem com licitações, adotam um processo seletivo similar. “As seleções avaliam as capacidades técnicas das participantes e contratam aquelas que obtiverem o melhor ‘currículo’”, diz o presidente da Transnordestina Logística, Tufi Daher Filho, que promete a retomada das contratações na consorciada a partir de junho de 2010.
Repercussão imobiliária
Os ganhos da engenharia civil com a expansão da malha ferroviária brasileira não se limitam a participação nos canteiros das ferrovias. “A história de que muitas cidades nascem com a chegada de estradas de ferro não é fictícia”, garante Abate, que cita o exemplo de Cruzeiro, município do interior de São Paulo.
Segundo Marcelo Perrupato, secretário de política nacional de transportes do Ministério dos Transportes, a implantação de cada uma das propostas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e do PNLT (Plano Nacional de Logística e Transporte) contemplará a reurbanização e o desenvolvimento imobiliário e econômico de suas regiões. “O desenvolvimento ao redor de todas essas localidades onde as novas obras estão sendo feitas geram expectativas perfeitamente justificáveis e o resultado dessas iniciativas serão vistos em breve”, garante o secretário do Ministério do Transporte.
“Por exemplo, com o projeto do TAV, pessoas que moram hoje em São Paulo ou no Rio de janeiro poderão perfeitamente morar em cidades do interior, com mais conforto e qualidade de vida”, cita Perrupato, que acrescenta ainda o aumento na demanda do mercado imobiliário no eixo Rio de Janeiro-São Paulo-Campinas. Na opinião de Abate, também será visível a valorização dos terrenos próximos aos projetos ferroviários. “Sai ganhando quem antecipa a compra de imóveis e terrenos nas redondezas das obras”, alerta.
Por isso, vai a dica: “As iniciativas do governo para revitalizar o setor ferroviário vão atender às regiões onde há expansão da atividade econômica, para promover a integração regional e criar facilidades para a exportação dos produtos nacionais”, diz Perrupato, do Ministério dos Transportes.
Dentre os principais investimentos na expansão da malha ferroviária brasileira previstos para os próximos anos estão a ferrovia Nova Transnordestina, que pretende integrar o Nordeste a partir da ligação do município de Eliseu Martins (PI) aos portos de Pecém (CE) e Suape (PE), e à Ferrovia Norte-Sul. Outra importante obra para a região é a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, de 1.490 km de extensão, que vai ligar o Porto de Ilhéus, na Bahia, a Figueirópolis, em Tocantins. No setor de cargas há também a extensão da Ferronorte e da Ferrovia Norte-Sul. “Com essas e outras obras ferroviárias o Governo Federal interligará os portos da região Norte e Nordeste aos do Sul e do Sudeste do País”, garante Perrupato. Na área de transporte de passageiros, Rodrigo Vilaça, diretor-executivo da ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários), ressalta 12 projetos de trens turísticos e o incremento dos trens metropolitanos, principalmente no Estado de São Paulo.
Atualmente, o País tem 29 mil km de linhas ferroviárias. “Número ainda muito inferior se comparado à extensão do território brasileiro”, avalia Abate. Até 2018, a previsão é criar outros 12 mil km de trilhos. A meta é ainda mais audaciosa para 2025, quando se pretende aumentar a cobertura ferroviária no Brasil para 50 mil km, ampliando consecutivamente a participação das ferrovias na opção de transporte de carga e de pessoas.
Mesmo diante das incertezas que as eleições presidenciais de 2010 podem gerar, Vilaça, da ANTF, acredita na continuidade dos projetos ferroviários pré-definidos nos programas nacionais. “Independentemente dos resultados, não há possibilidades de retrocesso. Isso porque além de se tratar de um País considerado a sexta potência do mundo na década, com eventos internacionais significativos sob sua responsabilidade, a logística brasileira precisa reduzir seu custo logístico”, esclarece Vilaça. “É um projeto de País e não de governo. O desenvolvimento do setor ferroviário é a solução para todos os mares”, acrescenta Abate.
Principais obras da malha ferroviária brasileira